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15.05 - 14h12min
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Ex-empresário de Cianorte é assassinado no Paraguai

Paraguai - O ex-Cianortense Carlos Alexandre Manfrinato, o “Xandi” ou “Xandão” como era conhecido, com dupla nacionalidade, com identidade  paraguaia, mas natural do Brasil, ex-empresário de Cianorte, foi morto com um tiro na cabeça nessa segunda-feira, 13 de maio, na cidade de Salto Del Guairá, no Paraguai.

“Xandão”, morreu na porta de casa, segundo a polícia paraguaia, com um tiro na altura do olho direito. De acordo com o jornal ABC Color, da capital paraguaia, o ex-Cianortense, estaria residindo a cerca de um ano em Salto Del Guairá, porém não tinha uma ocupação definida.

Segundo o jornal paraguaio, as autoridades locais não descartam a possibilidade de o crime ter sido cometido por conta de acertos relacionados ao tráfico de drogas.

Passado de Xandão em Cianorte
Em 2007  ”Xandão” foi acusado de se envolver em um roubo de caminhão Mercedes Benz 1620, tomado de assalto por volta das 13h00 do dia 21 de Março, em Joaquim Távora-Pr. Seguindo as pistas fornecidas pelo sistema de monitoramento adaptado no veículo, a PM iniciou buscas pela rodovia PR-317 e, horas depois, avistou o caminhão no pátio de um posto de combustíveis em Engenheiro Beltrão.

Sem notar que estava sendo vigiado, o motorista encontrou-se com dois homens que ocupavam um Monza. Um deles desceu do veículo e embarcou no caminhão, que seguiu em direção a Maringá. Preso quando se aproximava do Aeroproto Regional, já em Maringá, o motorista do Monza foi identificado como sendo o empresário R. L. F. J., 29 anos, conhecido como “Gordo”, dono da empresa Cabines Paraná, em Maringá. Abordado em seguida, o motorista do caminhão, J. T. de M., 59 anos, contou que a pessoa que o acompanhava havia saltado do veículo pouco antes da abordagem e o identificou como Carlos Alexandre Manfrinato, um empresário de Cianorte.

O motorista confessou que Manfrinato o teria contratado por R$ 500,00 para guiar o caminhão de Apucarana a Maringá, orientando-o a desviar dos Postos da Polícia Rodoviária. Ele alegou inocência, argumentando que apenas havia dado carona a Manfrinato até Engenheiro Beltrão. Ele disse desconhecer que o caminhão era roubado.

Apesar da alegação de inocência, a Polícia Civil decidiu lacrar a empresa Cabines Paraná, localizada na Avenida Franklin Dellano Roosevelt, número 90. Na época o delegado-adjunto da 9ª Subdivisão Policial (SDP) de Maringá, era o DR. Nilson Rodrigues da Silva, atual delegado de Cianorte.  O empresário, preso em flagrante, obteve o direito de responder o processo em liberdade. R$ 100 mil seria o valor estimado do caminhão Mercedes Benz recuperado pela Polícia Militar.

Segundo registros de processo de numero,  0429475-7, no Fórum de Cianorte,Carlos Alexandre Manfrinato faria parte de uma quadrilha voltada para a prática de crimes de receptação e adulteração de sinais identificadores de veículos e chegou a ser detido em Cianorte.

Carlos Alexandre Manfrinato foi fixado pena de 03 anos de reclusão e 100 dias-multa pelo crime de receptação e, 03 anos de reclusão e 100 dias-multa pelo crime de adulteração de sinal identificador em veículo automotor. Com a aplicação da regra do concurso de crimes, a pena total resultou em 06 anos de reclusão e 200 dias-multa, tendo sido estabelecido como regime inicial de cumprimento de pena o semi-aberto.


Fonte: Repórter Oliveira Junior

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